Sei que este assunto não é algo desconhecido e muito menos de esfera política ou econômica, mas mesmo assim quero apresentar a minha visão deste problema mundialmente conhecido como bullying.
O termo em inglês dá nome a um problema de proporções gigantescas que é um conjunto de ações praticadas por um ou mais indivíduos com o intuito de intimidar ou agredir alguém sem a possibilidade ou capacidade para se defender. Muito presente entre crianças e adolescentes, é visto como uma simples "brincadeira entre colegas".
O problema possui duas vertentes: 1) bullying indireto, muito presente entre mulheres, crianças ou jovens; 2) bullying direto, mais comum entre homens. O ato indireto tem como principal característica o isolamento social da vítima, enquanto que o direto está ligado com agressões verbais, físicas ou sexuais.
O primeiro passo que deve ser adotado pela vítima é procurar ajuda de alguém confiável (amigo, familiar, professor, etc.), para que uma solução seja encontrada. Assim será mais fácil chegar nos grupos que movimentam a "brincadeira", que são o agressor e a platéia. É muito simples, não há piada sem alguém para rir dela. Acabando com a platéia o bullying é insustentável apenas com o agressor. Deve-se lembrar também que não existem posições fixas, então o agressor pode virar a vítima, que por sua vez vira a platéia.
A razão para a escolha desse tema é que recentemente me tornei a pessoa de confiança de uma vítima.
Meu principal objetivo é ajuda-la antes de mais nada, pois acompanho todos os dias os efeitos nela causados por essa terrível agressão. Não acho impossível que todos já tenham passado por algum caso desses, assumindo qualquer um dos lugares, e é por isso que sei que existe solução. Peço a todos que conheçam algum caso de bullying que ajudem a vítima, pois o que ela mais precisa agora é de alguém que a tire disso.
Para meu grande amigo e todas as outras vítimas, continuem fortes. Nada dura para sempre, nem mesmo um pesadelo.
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